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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Além de limpar a sua sujeira, papel higiênico também serve para organizar cabos!!!


Da série “por que ninguém pensou nisso antes?”, vem do Instructables o melhor uso para o papel higiênico depois de limpar a sujeira feita pelo número dois: organizar cabos.
Na realidade, utiliza-se apenas o miolo do papel higiênico, o tubo de cartolina/papelão que permite que o papel propriamente dito seja enrolado e usado. A ideia é engenhosamente simples: basta colocá-los de pé e, dentro, enfiar o cabo. Junte um punhado deles numa caixa e você terá, em vez de uma gaveta com fios embolados e enroscados um no outro, uma caixa organizada capaz de fazer até mamãe ficar orgulhosa!

sábado, 12 de junho de 2010

Como manter a segurança em redes Wi-Fi

IDG News Service
28-05-2010
(Jeff Bertolucci)

Descubra como obter maior proteção na internet ao usar redes wireless em locais públicos.

Após a Google noticiar publicamente que recolheu, por "acidente", informações de redes Wi-Fi, quem se acha expert em tecnologia pode estar tentado a zombar dos "ingênuos" que usam redes sem fio desprotegidas. Na verdade, provavelmente, é até justo dizer que as vítimas deveriam ter mais conhecimento sobre o uso de uma rede wireless, no entanto não fique muito convencido disso. Afinal de contas, talvez você não seja tão experiente como pensa.

Você já usou um acesso público Wi-Fi, talvez, para disparar um e-mail rápido ou alguma outra tarefa relacionada ao trabalho. Mas você se preocupou em tomar todas as precauções de segurança? Muito provavelmente, a resposta é "não", mesmo que você saiba os riscos.

No entanto, mesmo que você esteja trabalhando de um cofee-shop com rede Wi-Fi protegida , ainda assim você ainda não está seguro. Por que? Porque outros internautas também estão usando a mesma rede e senha que você, se quiserem, eles podem acompanhar todo o seu tráfego na web.

Dicas rápidas

Para impedir terceiros de acessar o seu e-mail, use um serviço que tenha HTTPS (uma conexão criptografada). Isto é importante porque quase todos os sistemas de Webmail, com excepção do Gmail e, provavelmente, o seu email do trabalho, usem HTTPS somente para logins, uma prática que prejudica a segurança.

Se sua empresa fornece uma rede virtual privada (VPN), certifique-se de que ela está em uso enquanto você acessa uma rede Wi-Fi pública.

Ainda assim, mesmo com essas precauções, você nunca está 100% seguro.

Uma recente pesquisa universitária mostrou que espiões, em breve, serão capazes de usar um programa de malware chamado "bugbot" para "sequestrar o seu celular" e ouvir as suas conversas com o uso de um notebook ou um telefone celular nas proximidades. No entanto o uso de malwares em celulares ainda é relativamente raro, mas está crescendo rapidamente.

Continuação do caso "Google Street View"

A continuação da saga do Google Street View e toda a discussão que foi gerada sobre ele, aparentemente, não terminará tão cedo. Funcionários do governo tanto da Europa como dos Estados Unidos estão pressionando a Google para obter mais detalhes sobre como a companhia conseguiu reunir dados pessoais de redes Wi-Fi, que não estavam protegidos por senha.

A Google, no dia 17 de maio, em uma postagem em seu blog, chamou o caso de acidente. Apesar de admitir a falha, uma corte distrital em Portland, Oregon, requisitou, na segunda-feira (24/5), duas cópias dos dados coletados nos Estados Unidos.

Pelo menos outras quatro ações judiciais na Califórnia, Massachusetts, Oregon e Washington foram apresentadas acusando a companhia de violação de privacidade, relatou a Reuters.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O Brasil pode ser potência em software livre?

por Luiz Cruz

Alan Shimel, do site Network World, relata a experiência da jornalista americana Angelica Marti, que esteve por aqui durante uma semana, conversando com empresas de TI e com o governo (há menções à Motorola e ao Serpro). Segundo a análise dele, o Brasil quer ser uma potência em software livre, uma vez que temos boa experiência em customização de soluções abertas. O objetivo seria passar a Índia, que é reconhecidamente um grande fornecedor internacional de software.

Shimel levanta ainda pontos negativos que poderiam prejudicar essa meta:

1. O salário médio no Brasil é substancialmente maior que o da Índia ou da China;
2. Nem todos os funcionários de TI sabem falar inglês com fluência (embora isso esteja mudando);
3. O estilo de vida não condiz com a ética de trabalho dos indianos e chineses (os brasileiros não trabalham tanto quanto eles).

Não concordo com as afirmações dele. Acho que o desenvolvedor brasileiro trabalha pesado. Quanto ao inglês, pode ser até uma deficiência, mas não um impedimento, principalmente porque certamente não é maioria. Agora quanto ao estilo de vida, bem, a forma de trabalho nos países mencionados é questionável. No mais, estas supostas deficiências poderiam ser vencidas por um software de qualidade.

Resumindo, possível é e vale mencionar que o primeiro passo, que é utilizar o software livre no próprio governo, ou no mínimo dar a chance de escolha, já foi feito há algum tempo. Para se ter uma ideia do que isso representa, o Comitê de Implementação do Software Livre no Governo Federal liberou no mês passado um estudo de como está o uso de software livre. Dos 130 órgãos de administração pública que responderam ao questionário, a situação é:

* Sistemas de correio eletrônico – 54% de uso;
* Servidores de internet – 56% de uso;
* Sistemas de informação – 48% de uso;
* Estações de trabalho – 13% de uso;
* Suítes de escritório – 5% de uso.

Tenho visto pouco incentivo a empresas privadas que desenvolvem software livre. Se o objetivo é se tornar referência, temos de fato um longo caminho a percorrer.

Fonte:
http://info.abril.com.br/noticias/blogs/zonalivre/nas-empresas/o-brasil-pode-ser-potencia-em-software-livre/

terça-feira, 8 de junho de 2010

Oi adota serviço que rastreia todos os dados dos clientes!!!

Depois de cortar os cabos da concorrente (GVT) em algumas regiões do país, a Oi Internet adotou um programa que rastreia TUDO que os seus clientes fazem na internet. Basicamente, em termos bastante simples: se você acessar o Orkut e procurar o nome da sua namorada (ou do seu namorado) a Oi terá acesso à todas essas informações.

Recentemente a Oi adquiriu os serviços da empresa inglesa americana chamada Phorm. O sistema, que vem sendo testado desde março, é chamado no Brasil de “navegador” e a tecnologia utilizada sempre promove controvérsias. Ora, se por meros cookies as pessoas já reclamam, imagine todos os dados utilizados pelos clientes?

A empresa anunciou parceria com os portais iG, Terra e UOL. No início, o sistema será usado apenas no Rio de Janeiro, com previsão de expansão para todo o estado até o final de 2010. Segundo a empresa, o objetivo é fazer um ambiente customizável: os internautas teriam acesso as informações personalizadas de acordo com os seus gostos. Parece que a Oi Internet escolheu a “melhor” empresa para oferecer um novo serviço: a Phorm foi acusada, em países onde as políticas de privacidades são mais severas, de práticas abusivas. O que ela fez? Simples, voltou seu foco para mercados emergentes, onde os países ainda não se importam tanto com a privacidade. Sim, o Brasil é um deles.

Utilizando um nome dúbio, que levará muitos usuários a agirem por impulso (aceitando para variar, sem ler os termos) o tal “sistema” visa facilitar a navegação. Lembrando que a empresa já recebeu notificações dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra após desenvolverem um programa parecido, cujo funcionamento era muito semelhante ao de um spyware.

O sistema já virá habilitado. O usuário terá a opção de desativar, ou não. Sabe aquelas caixinha que já vem marcada, em muitos instaladores que geralmente instalam aquelas barras de ferramentas no Internet Explorer? Pois bem, o sistema já virá marcado. Você precisa olhar com cuidado para não deixar de desmarcar. A diferença entre ele e um spyware, é que o sistema não ficará instalado no computador do usuário e sim “na rede”. Complicado vai ser para desabilitar depois…

Fonte: meiobit.com